Domingo, 15 de Junho de 2008
Mar nosso

 

Kandinsky, Wassili - Improvisation 31 (Sea Battle)
 
 
 
 
(...)
 
-Está bem. Mas agora vem ver o mar.
 
Debruçámo-nos da janela e o mar existiu logo na transcendência de nós, no sem-fim espraiado e todavia apaziguado da sua inquietação. Viamo-lo em baixo, aberto de toalhas rendadas de espuma para o invisível da graça que devia sorrir em nós.
E havia oazul intenso da sua origem. E havia em nós o silêncio para tudo poder falar.”
 
(...)
 
Vergílio Ferreira, na tua face 

 


sinto-me: Em espera
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publicado por StrangerMe às 17:08
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